
Você já ouviu falar no movimento Stop Kiling Games? Basicamente, ele luta pela preservação dos jogos mais antigos após os servidores serem desligados. E agora, essa galera está batendo de frente com a Entertainment Software Association, principal lobby da indústria nos EUA. Mas o que esperar dessa treta? Chega mais que a gente te conta!
Stop Killing Games enfrenta dura batalha
Em tese, a causa que o movimento defende é bastante nobre. Afinal de contas, os caras querem preservar o legado de títulos icônicos e evitar que caiam no esquecimento. E nos EUA, essa galera conseguiu relevância suficiente para lançar um projeto de lei chamado AB 1921.
Se rolar sua aprovação, ele exigirá que os produtores avisem com 60 dias de antecedência antes de encerrar um game. Além disso, a proposta também vai obrigar a indústria a deixar de vender games que não funcionarão mais. Em resposta, eles deverão oferecer os títulos de outra forma, como em servidores privados ou modos offline.
Agora, entre os que são a favor e contra a proposta, surge a Entertainment Software Association para tentar derrubar ela. A organização argumenta que esse projeto de lei demonstra uma incompreensão técnica do mercado. Assim, ele poderia aumentar custos para empresas, tornar a inovação no mercado mais difícil e prejudicar games live service.
O que esperar deste impasse?
Apesar de ter resistência nos EUA, o Stop Killing Games é um movimento global. Na Europa, por exemplo, os caras já conseguiram mais de um milhão de assinaturas em iniciativas que foram direto para o parlamento. E um dos motivos para isso é a questão de propriedade do produto.
Isso porque, de acordo com o movimento, a indústria vende os títulos, mas não considera que sejam propriedade do comprador. Ao invés disso, age como se fossem licenças de uso, algo que realmente não é nada legal para os jogadores.
Considerando tudo isso, agora a gente vai acompanhar de perto a queda de braço entre o Stop Killing games e a Entertainment Software Association. Dependendo quem ganhar, seus reflexos poderão ser sentidos em todo o mundo, de forma positiva ou negativa.







