
Em sua 13ª edição, a Pesquisa Game Brasil 2026 trouxe alguns dados muito interessantes sobre os jogos eletrônicos no país. Basicamente, o número de jogadores brasileiros caiu. Mas, por outro lado, a jogatina está cada vez mais relevante por aqui. Bora entender essa aparente contradição? Então chega mais.
Pesquisa Game Brasil 2026: o que os números revelam?
Realizada em março deste ano, a pesquisa entrevistou 7.115 pessoas com idades entre 16 e 55 anos. E, depois de falar com esta galera, o que mais chamou a atenção foi uma queda de 7,5% no número de jogadores em comparação ao ano passado.
Isso porque, em 2025, 82,8% dos entrevistados afirmaram que jogavam em algum console. E agora, em 2026, este número caiu para 75,3%. E esse resultado traz alguns dados interessantes. Primeiro porque, em tese, essa redução pode significar uma retração do mercado por aqui.
Mas isso não se reflete necessariamente na realidade. Na verdade, os números registrados no ano passado registraram o maior recorde histórico desde o início deste estudo. Então, a jogatina não necessariamente foi abandonada no país. Provavelmente, o que está rolando é que há uma mudança de hábito com relação aos jogos. Eles seguem em alta, só que de forma diferente.
Outros números expressivos do estudo
Para além dos resultados acima, a Pesquisa Game Brasil também trouxe outros resultados bem relevantes. Nesse sentido, apesar da diminuição de jogadores, o estudo identificou que, para 86,7% dos entrevistados, os games são suas principais fontes de lazer.
Além disso, 80,7% desta galera afirmou que jogar é a principal forma de entretenimento que eles têm. Quanto ao gênero dos gamers, 52,8% são mulheres e 47,2% são homens. E, em termos de geração, a geração Z ocupa a liderança, com 36,5% da galera jogando. Em seguida, vêm os millennials, com 33,7%, e outras gerações, com 29,8%.
Por fim, a principal plataforma usada para jogar é o celular, com 44,1%, seguida de consoles, com 24%, e o PC, com 21,1%. Tudo isso revela uma realidade super interessante dos games aqui no país, você não acha? Deixa a sua opinião aqui embaixo nos comentários.







