
Nesta terça-feira (20) chega oficialmente o game MIO: Memories in Orbit para PC e consoles. E assim como os trailers indicavam, o game traz uma proposta bem interessante, com atmosfera envolvente, boa jogabilidade e história cativante. Vem saber mais.
História de MIO: Memories in Orbit
O game nos coloca na pele de MIO, um pequeno robô que acorda em uma grande nave chamada The Vessel. Sem entender direito o que está rolando, você deve explorar a estrutura, que parece estar abandonada há muito tempo. Assim, sua missão é entender o que aconteceu, resgatando memórias do local, descobrindo seus segredos e o que rolou com seus tripulantes.
A partir desta premissa, o game oferece uma experiência única de exploração e resolução de puzzles em um grande mundo interconectado. E como todo bom metroidvania, você também vai ter inimigos duros e bons desafios pelo meio do caminho.
E tudo isso rola em meio a uma bela direção de arte, que mistura elementos desenhados a mão e ambientes 3D. Assim, parece que você está jogando uma história em quadrinhos. Isso enquanto descobre todos os segredos da nave com controles responsivos e plataforma sólida.
Outros destaques interessantes
Feito pelo estúdio francês Douze Dixièmes e publicado pela Focus Entertainment, o que faz de MIO: Memories in Orbit uma experiência altamente recomendável é seu conjunto de elementos positivos. A lore do game vai sendo descoberta aos poucos, na medida em que você explora os mínimos detalhes da nave. E aqui o sistema de progressão é bem eficiente.
É claro que alguns pontos podem não agradar. Nesse sentido, a dificuldade em alguns trechos é bastante elevada, o que pode frustrar alguns jogadores. Além disso, no início a progressão pode parecer confusa, e o combate bastante simples pode ser repetitivo para quem é mais exigente.
Mas na nossa humilde opinião, nada disso tira o charme de MIO e sua história cheia de segredos e narrativa sensível. Se quiser viver essa experiência, ela está disponível para PC,Xbox Series X/S, PlayStation 5, Nintendo Switch e Switch 2.







