
Dá para acreditar que já fazem 30 anos desde o primeiro RE? E para comemorar este marco, hoje rola o lançamento de Resident Evil Requiem, o nono game da franquia. E na medida que o título chega às lojas de PCs e consoles da nova geração, a gente tem algumas coisas para te contar sobre ele. Então se você é fã da série fica por aqui porque vai valer a pena.
Resident Evil Requiem: panorama geral
Deixando um pouco de lado Ethan Winters e sua família, o novo RE volta a Raccoon City 30 anos depois do que rolou entre os games 2 e 3. E aqui nós temos dois personagens principais, Leon Kennedy, veterano da série e Grace Ashcroft, uma analista do FBI fazendo sua estreia na saga.
Na história, os dois voltam para a cidade por motivos diferentes, que acabam se interligando. Mas apesar da nostalgia, além de voltar com a câmera atrás do ombro dos personagens, o game também traz mecânicas novas bem interessantes. Um deles é a coleta de sangue para ver seu estado de infecção.
E aqui a gente tem uma dualidade bem bacana de estilos de jogo. Grace está mais focada no Survival Horror e resolução de enigmas. Já Leon é o badass de sempre, e por esse motivo está inserido nos trechos de ação intensa do game.
O que podemos dizer do game?
Bom, de forma geral Resident Evil Requiem é uma experiência sólida e nostálgica. Não é à toa que ele está com média 9/10 na Steam e 8/10 na IGN. E aqui podemos destacar vários pontos positivos. A atmosfera e o terror estão incríveis, bem como a trilha sonora e o visual do game.
Algumas críticas que o game está enfrentando tem a ver com a campanha curta, ritmo entre personagens desigual e narrativa confusa. Mas a verdade é que isso não interfere em nada a experiência, sobretudo para os fãs de longa data de RE. E outra, a Capcom não é boba, e fez esta experiência super acessível, mesmo para quem não jogou os outros games.
Enfim, com tudo isso em mente, com certeza o título deve agradar tanto quem gosta da franquia quanto quem procura uma experiência de ação e terror visceral.







